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  • LIVE com Anti Projeto Anarco Fake e Monstruosas

    Dia 08/08, a partir das 19h o #antiprojetoanarcofake chega ao vivo em streaming, pra uma apresentação única e certamente memorável.

    Surfando na onda do colpaso, Mogli Saura vem com as 4 músicas do EP e + 1 em primeiríssima mão com a Monstruosas fazendo provocações estigantes e naquele papo pancada sobre esta granada contra a pureza e a norma que este projeto propaga e trás consigo.

    Música + Provocações + Vômitos + Feitiços + Agora contra a normalidade

    A live é uma oportunidade de apresentar Mogli Saura e seu Anti Projeto, a esta nova geração que segue embalada pelo funk escrachado protagonizade por LGBTS. A artista vem abrir um pouco mais a ferida, já assimilada pelo mercado, fazendo questão de mapear e historicizar estas criações como parte de um movimento contra cu-ltural de combate ao Cistema Heterocapitalista da Supremacia Branca

    Acesso para canal da Distro Dysca no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=sXxO7D9Zlkw

  • LANÇAMENTO » Zine + EP do Anti Projeto Anarco Fake

    Inspirações, decepções, conspirações, frustrações e fracasso.

    O zine do Anti Projeto Anarco Fake conta com o texto “Do punk pro funk, do funk pro fake: Uma história de dissidências e atualizações na cena contracultural e libertária brasileira” e uma entrevista exclusiva que a Monstruosas fez com a artista, papão super sincero que atualiza os questionamentos radicais que infeccionou a normalidade branca e o anarquismo brasileiro na ultima década, além de reflexões importantes a cerca das políticas que circulam a dissidência sexual, o racismo e o capitalismo.

    A publicação é uma espécie de antologia do que a artista chama de contra (CU)ltura, resgatando, historicizando e homenageando outros trabalhos, sem deixar de localizar as políticas radicais que pregam rupturas totais.

    O zine custa 20$ e os pedidos devem ser realizados até o dia 09/08, através de nossas redes sociais. As postagens se darão via correios (custo da postagem pra compradore) a partir do dia 11/08, após a consulta do frete via CEP e confirmação do depósito/transferência de pagamento.

  • Lançamento do Anti Projeto Anarco Fake com Mogli Saura & Monstruosas

    Desde o dia 18/07 está no ar o Anti Projeto Anarco Fake, uma resposta de Mogli Saura aos processos vivenciados nas movidas dos ativismos políticos radicias, trazendo a experiência do AnarcoFunk e do AnarcoBrega, expressões contraculturais que protagonizou no início dos anos 2010. A artista compõe músicas com letras extremamente provocativas fazendo não só um ataque, como também um verdadeiro deboche anticolonial com as verdades, purezas e rupturas pregadas por coletivos e indivíduos que assumem a política como religião e a radicalidade como dogma.

    Ménage a Coiote é o single que arrasta toda a elaborada agenda de lançamento do projeto, e tem seu clip hospedado pela plataforma EhCho. Uma homenagem – trocadilhada com um ménage – ao controverso Coletivo Coiote, conhecido nas pelas suas performances desaforadas que atualizaram o gênero artístico, dentre elas a belíssima intervenção na Marcha das Vadias do Rio de Janeiro, onde destruíram uma estátua de Nossa Senhora além de usarem símbolos religiosos como dildos durante a visita do Papa Francisco, autoridade máxima da instituição mais racista, sexista e supremacista da história da humanidade, à capital carioca.

    Mogli Saura protagoniza o Anti Projeto Anarco Fake

    Segundo Mogli “nesse ménage (que na verdade é um surubão) Mana Joaquina chupa a buceta da Maria Bonita, Chico Science lambe cu de Lampião e o troca-troca segue o flow dos nossos tempos, embalado pela coragem degenerada do Anti-Projeto.”

    A Distro Dysca entra neste projeto distribuindo o zine organizando pela Monstruosas e convidando seu público a acompanhar uma live exclusiva com a artista. O zine conta com o texto “Do punk pro funk, do funk pro fake: Uma história de dissidências e atualizações na cena contracultural e libertária brasileira”, uma contextualização sobre as vivências, as inspirações e decepções que leva ao Anti Projeto e a entrevista completa que Mogli concedeu a Monstruosas, onde parte dela você pode conferir no blog também hospedado aqui no milharal.

    Já a live será uma oportunidade de apresentar Mogli Saura e seu Anti Projeto, a esta nova geração que segue embalada por um funk escrachado protagonizados por LGBTS, a artista vem abrir um pouco mais a ferida, já assimilada pelo mercado, fazendo questão de mapear e historicizar estas criações como parte de um movimento contra cu-ltural de combate ao Cistema Heterocapitalista da Supremacia Branca.

  • RESIDÊNCIA » PósPornôPyrata: Intersecções entre pospornografia, arte contemporânea e decolonialidade

    Nos arreganhamos a pensar sobre raça e sexo-gênero-dissidência, interseccionando as opressões e privilégios, pensando nesses marcadores sociais que hierarquizam as relações. Como isso reverbera na construção da arte contemporânea?

    A proposta é ascender as corpas e sexualidades transviadas e degeneradas em potência do fazer criativo enquanto máquina insurgente, conectadas por uma rede de cuidado, afetiva e de modificação. A residência propõe o estímulo ao erro, já que o bug do sistema somos nós. Processos de localização da opressão à táticas de guerrilha póspornô e possibilidades de rupturas ao cistema heteromachobranco.

    A residência pretende conectar artistas que trabalham com póspornô e decolonização e/ou tem ações e vivência de combate e questionamento à hegemonia racista e cis hetero patriarcal. Pq a arte legitimada é a do homem hétero cis branco?

    A hierarquia e a linearidade da arte como senhor deus colonizador. Como produções dissidentes articulam fora do grande circuito elitista das artes?

    Propomos pensar produções póspornô sudakas para questionar a colonização dos corpos. Quais os tensionamentos sobre a presença destas reflexões no campo artístico? É possível dilatar a fronteira elitista e clubista da arte para que a propagação de nossas narrativas se transforme numa estratégia de sobrevivência no cisheterocapitalismo?

    ### o pornoterrorismo pode ser um marco implosivo da linearidade que dominou a arte contemporânea? ###

    PRIMEIRO DIA – 22/10
    horário: 17h
    local: carnaúba cultural

    aberto ao público

    Exibição de vídeos póspornô sudakas.
    Roda de conversa de abertura.


    SEGUNDO DIA – 23/10
    horário: 17h
    local: carnaúba cultural
    exclusivo para os inscritos


    Estações de experimentação póspornô sensoriais

    estação1
    Faça você mesme.

    estação2
    VÔMITO. vomitamos a velha máxima desnecessária dos concretistas, modernistas, tropicalistas, queers modinha. Oiticica is dead! Vomitamos a nós mesmas para nos reinventar, para não sucumbirmos caladas, para perturbar a norma e implantar desconforto aos que nos subjulgam, vomitamos nossa própria carne, nossa radioatividade, nossos vírus para que todxs se infeccionem, purpurina de nossos ossos.
    “A antropoemia – o vômito – interrompe a digestão e a evacuação: reverte a dialética ao não permitir que se faça a síntese. Impedido de virar bosta, todo vômito se faz comestível: na contramão da síntese, vomitar é a possibilidade de comer novamente, e outra vez mais. “Contínua transformação do tabu em totem”. Todo vômito “já éramos” alimento. É ao mesmo tempo alimento e dejeto, inclusão e exclusão. Ambivalência. O vômito é o pulsante processo dialético e histórico, instável e informe. Força que não estabiliza.”(ref. a oficina de vömito da coletiva vômito, estação que muta criada por Bruna Kury. no encontro aparece como instalacao.)

    estação3
    PÓSPORNO SONORO. “As corpas são únicas, podemos expandir nossos sentidos. Nenhuma medicina branca nem igreja, nem família baseada na cisnorma poderá nos castrar ou nos trancafiar em outres ou em nós mesmes. Faremos de nossas corpas festa, de nossos orifícios transmissores de música de nós mesmes, tentáculos e fios.”
    Tecnologias do corpo, suor, pele, próteses, hibridismo, organismo.


    TERCEIRO DIA – 24/10
    horário: 17h
    local: Carnaúba Cultural
    exclusivo para os inscritos


    Debater anarquismos, antihumanismos, autonomia, alimentação e ancestralidade, o veganismo enquanto um instrumento de enfrentamento às lógicas hegemônicas de consumo, criando maneiras alternativas que não se baseiam em nenhum tipo de exploração, especismo ou misoginia.

    Monstruosas e Distro Dysca – focades nos tesões apocalípticos que se fortalecem desprezando a falocracia da masculinidade tóxica e civilizada. Gozar em cima das ruínas da heterossexualidade e da família nuclear androcentrada é um ato que transforma os esforços para demolição do heterocapitalismo em um orgasmo lascivo, sendo as vivências e as práticas dissidentes, um vírus que se propaga contaminando os corpos com a descolonização dos desejos e afetos. Os prazeres e a forma como se alcança-os também são políticos e fazem parte de uma subversão estrutural acerca do controle biopolítico dos corpos.

    *A proposta é de construirmos coletivamente uma performance póspornô.
    ‘Salimos a la calle, monstruas, mutantes, queers, sudakas, migrantes, disidentes, lxs que despiertan y quieren despertar a otrxs. Derrumbando los muros que impone el (des)conocimiento, follamos de vuelta los vangloriados culos próceres del fascismo, héroes del colonialismo. Les follamos y en el lugar de los hechos eyaculamos los cuerpos de piedra con verdadera historia. ‘
    Ref: fuckthefascism.blogspot.com



    QUARTO DIA – 26/10
    horário: 17h
    local: Carnaúba Cultural
    aberto ao público


    MOnSTRA COLETIVA dos trabalhos com integrantes da residência e artistas convidades.

    Feira com Monstruosas, Distro Dysca, PósPornôPirata, AnarkoBafo, @kucetaplataforma


    A residência PÓSPORNÔPYRATA – intersecções entre arte contemporânea, póspornografia e decolonialidade em Fortaleza-CE é proposta por Rao Ni, Bruna Kury e Gil Porto Pyrata, em parceria com Aline Furtado, Espaço Carnaúba Cultural, Monstruosas e Distro Dysca.

    Rao Ni (1990, Fortaleza/Ce) transvyade não binário do corre autônomo. Pesquisa a produção de imagens não normativas que abordam gênero, corporalidades dissidentes e transmasculinidades marikas. Trabalha com fotografia, montagem de vídeo e xilogravura. Atualmente estuda iluminação cênica na SP Escola de Teatro.

    Bruna Kury (1987) é brasileira, anarcatransfeminista, performer, artista visual e sonora, atualmente reside em São Paulo (BR) e desenvolve trabalhos em diversos contextos, seja no mercado institucional da arte ou em produções de borda. Focada em criações atravessadas por questões de gênero, classe e raça (contra o cis-tema patriarcal heteronormativo compulsório vigente e a opressões estruturais-GUERRA de classes). Já performou com a Coletiva Vômito, Coletivo Coiote, La Plataformance, MEXA e Coletivo T. Atualmente investiga sonoridades no pósporno e a criação de objetuais que são ramificações do trabalho com performance.

    Gil Porto Pyrata é pessoa trans não binária, reside atualmente em São Paulo. Artista de rua, arte educador, palhaço freak, anarcatransfeminista e terrorperformer, pesquisa pospornografias e masculinidades combativas ao heterocispatriarcado, com uso de linguagens experimentais que circulam entre circo/dança/sonoridades/perfomance/textualidades.

    Ana Aline Furtado, 1985
    artista visual multilinguagem
    integra a TERRA (coletiva)
    e-mail: analine.furtado@gmail.com
    nascida no sertão do inhamuns, região fronteiriça entre PI y CE, no nordeste do Brasil ~ encontra em sua trajetória não-individual a matéria de seus possíveis ~ a atuação como advogada na luta por DDHH é a base de sua vida artística-política ~ pesquisas decoloniais sobre: memória, pertencimento, processos de emergência étnica, território, corpo-denúncia, apagamento, raça, gênero, dinâmicas de descontinuidade da lógica de pacificação, escuta y cura como processo.

    Akuenda Translésbicha
    Monstra animalista, coletora selvagem, kuirlumbista anticivilizatória, hacker institucional, urubruxa, transfeminista antihumanista e agitadora de políticas marginais. Resgata fazeres e conhecimentos ancestrais exterminados pela colonialidade e maneja ações antihegemônicas através de receitas para o desastre!

  • Exposição MOTES conta com material distribuído pela Distro Dysca

    Mote é novos começos, é mover e ressignificar saberes, é oralidade como veiculo transmissões de conhecimento, é partilha!

    Em uma temporada de 10 episódios, o programa Mote, idealizado e curado por Paulete LindaCelva, discutiu questões filosóficas em temas como ficção visionária, gênero, raça, decolonialidade, ética, ancestralidade e redistribuição de violências com artistas de diversas frentes criativas e regiões do país.

    Nesse final de semana a comunicadora e o Cereal Melodia leva o desdobramento físico dessa primeira temporada em uma exposição inédita na Galeria Prego em em Porto Alegre, com obras dos artistas entrevistados ao longo dos episódios!

    A Distro Dysca participa desta expo em parceria com a Monstruosas compartilhando os zines “Notas E-videntes para o Fim de um Mundo” de Ali do Espirito Santo, “Cultura LGBT: Anotações para Concluir no Fim de um Mundo” de Jorge Elliwelton e “Kuir: Perspectivas Latinas” organizado por Jota Mombaça, além do vídeo teaser do Ato de Publicação do Testo Junkie, Feira Autonoma Sexodissidente e Lançamento do “Notas E-videntes” organizado junto com a N-1 Edições

  • DVD PornoPirata Sudaka – #Pornôpirata, #ColetivaVômito, #DistroDysca & #Monstruosas

    A Distro Dysca, a Coletiva Vômito, o Projeto PornôPirata e a Monstruosas desenvolveu um DVD com pospornografias sudakas com distribuição para rede sexodisedente na Espanha. O material terá com destino coletivos, okupas, espaços culturais e pesquisadores.

    O projeto PORNOPIRATA foi criado pela artista Bruna Kury em 2017 (nessa quarta edição em parceria com Monstruosas e Distro Dysca) para ser fonte de renda e autonomia na marginalidade; popularização da PÓS-PORNO e afronta a heteronormatividade compulsória, a idéia é participar de eventos e feiras principalmente na rua para mostrar que outro pornô é possível e muitas vezes nossos tesões estão condicionados. Sexorcismos, pornoterrorismo, pós pornografia, glitterrorismo, sexualidades dissidentes, corpas não assimiláveis e marginalizades e oprimides, corpes gordes, travestis, ditas doentes, doentes, cyborgs, kuirs, sudakas, negres, indigenes, trans, intersexes, com diversidades funcionais, ditas sujas, sujas, antiheterokapital.

    A edição conta com trabalhos de Coletivo Coiote, La Cerda Punk, Keila Serrua, Gil Porto Pyrata, Hija de Perra, Elle di Bernadini, Nubia Nena Callejeira, Kali Kali, Lui Castanho, Pêdra Costa, Raissa Inocêncio, Amazonina Kintapas, Paricutín, Coletivo Infecciosxs, Cassandra Vulgares, Tertuliana Lustosa, Sara Elton Panamby, Paulx Castello, Walla Capelobo e La Bala Rodriguez.