Categoria: Material

  • LANÇAMENTO » Zine + EP do Anti Projeto Anarco Fake

    Inspirações, decepções, conspirações, frustrações e fracasso.

    O zine do Anti Projeto Anarco Fake conta com o texto “Do punk pro funk, do funk pro fake: Uma história de dissidências e atualizações na cena contracultural e libertária brasileira” e uma entrevista exclusiva que a Monstruosas fez com a artista, papão super sincero que atualiza os questionamentos radicais que infeccionou a normalidade branca e o anarquismo brasileiro na ultima década, além de reflexões importantes a cerca das políticas que circulam a dissidência sexual, o racismo e o capitalismo.

    A publicação é uma espécie de antologia do que a artista chama de contra (CU)ltura, resgatando, historicizando e homenageando outros trabalhos, sem deixar de localizar as políticas radicais que pregam rupturas totais.

    O zine custa 20$ e os pedidos devem ser realizados até o dia 09/08, através de nossas redes sociais. As postagens se darão via correios (custo da postagem pra compradore) a partir do dia 11/08, após a consulta do frete via CEP e confirmação do depósito/transferência de pagamento.

  • Monstro dos Mares ancora em nosso porto

    A Editora Monstro dos Mares é uma alternativa de publicação de baixo e baixíssimo custo para quem produz textos acadêmicos sobre epistemologias dissidentes que de alguma maneira se relaciona com as questões anárquicas de nosso tempo. Entre elas, teoria queer, feminismos, giro descolonial, anticivilização, cultura hacker e outros.

    Além de receber material produzido por monas, minas e manos, coletivos e singularidades, a editora está disposta a buscar divulgação para trabalhos que podem contribuir na formação de pessoas interessadas num modo de compreensão de mundo autônomo, libertário, não-binário e anárquico.

    Pessoal do Norte/Nordeste que ainda não conhece o catálogo da editora pode entrar em seu site e conferir, estamos realizando envios para toda a região.


  • Exposição MOTES conta com material distribuído pela Distro Dysca

    Mote é novos começos, é mover e ressignificar saberes, é oralidade como veiculo transmissões de conhecimento, é partilha!

    Em uma temporada de 10 episódios, o programa Mote, idealizado e curado por Paulete LindaCelva, discutiu questões filosóficas em temas como ficção visionária, gênero, raça, decolonialidade, ética, ancestralidade e redistribuição de violências com artistas de diversas frentes criativas e regiões do país.

    Nesse final de semana a comunicadora e o Cereal Melodia leva o desdobramento físico dessa primeira temporada em uma exposição inédita na Galeria Prego em em Porto Alegre, com obras dos artistas entrevistados ao longo dos episódios!

    A Distro Dysca participa desta expo em parceria com a Monstruosas compartilhando os zines “Notas E-videntes para o Fim de um Mundo” de Ali do Espirito Santo, “Cultura LGBT: Anotações para Concluir no Fim de um Mundo” de Jorge Elliwelton e “Kuir: Perspectivas Latinas” organizado por Jota Mombaça, além do vídeo teaser do Ato de Publicação do Testo Junkie, Feira Autonoma Sexodissidente e Lançamento do “Notas E-videntes” organizado junto com a N-1 Edições

  • DVD PornoPirata Sudaka – #Pornôpirata, #ColetivaVômito, #DistroDysca & #Monstruosas

    A Distro Dysca, a Coletiva Vômito, o Projeto PornôPirata e a Monstruosas desenvolveu um DVD com pospornografias sudakas com distribuição para rede sexodisedente na Espanha. O material terá com destino coletivos, okupas, espaços culturais e pesquisadores.

    O projeto PORNOPIRATA foi criado pela artista Bruna Kury em 2017 (nessa quarta edição em parceria com Monstruosas e Distro Dysca) para ser fonte de renda e autonomia na marginalidade; popularização da PÓS-PORNO e afronta a heteronormatividade compulsória, a idéia é participar de eventos e feiras principalmente na rua para mostrar que outro pornô é possível e muitas vezes nossos tesões estão condicionados. Sexorcismos, pornoterrorismo, pós pornografia, glitterrorismo, sexualidades dissidentes, corpas não assimiláveis e marginalizades e oprimides, corpes gordes, travestis, ditas doentes, doentes, cyborgs, kuirs, sudakas, negres, indigenes, trans, intersexes, com diversidades funcionais, ditas sujas, sujas, antiheterokapital.

    A edição conta com trabalhos de Coletivo Coiote, La Cerda Punk, Keila Serrua, Gil Porto Pyrata, Hija de Perra, Elle di Bernadini, Nubia Nena Callejeira, Kali Kali, Lui Castanho, Pêdra Costa, Raissa Inocêncio, Amazonina Kintapas, Paricutín, Coletivo Infecciosxs, Cassandra Vulgares, Tertuliana Lustosa, Sara Elton Panamby, Paulx Castello, Walla Capelobo e La Bala Rodriguez.